AFETIVIDADE, MOTIVAÇÃO E APRENDIZAGEM

AFETIVIDADE, MOTIVAÇÃO E APRENDIZAGEM 

 Entre as características da afetividade no período escolar, destacam-se a potencialização das funções neurossensório-motoras e cerebrais responsáveis pela sensação, percepção e emoção. Porém, essas funções ainda estão confusas para a criança por ser uma fase de desenvolvimento, o que torna particularmente importante a intervenção do professor para ajudar os alunos a discriminar entre o seu eu e sua experiência. Pode-se dizer, ainda, que a qualidade da afetividade na relação professor e aluno é determinante para o processo ensino-aprendizagem e para o desenvolvimento do aluno. 


A criança também precisa saber distinguir sentimento e ação, ler e interpretar indícios sociais, bem como compreender a expectativa dos outros, usarem as etapas para resolver problemas, criar expectativas realistas sobre si e compreender normas de comportamento. O período escolar coincide com a fase em que a criança está desenvolvendo outras formas de comunicação que não a oral, como os gestos e expressão facial, além de estar trabalhando, a partir da interação com os outros, as emoções e suas influências negativas e positivas, e manifestando suas idéias e pensamentos. A afetividade no processo educativo é importante para que a criança manipule a realidade e estimule a função simbólica. Afetividade está ligada à auto-estima e às formas de relacionamento entre aluno e aluno e professor-aluno.
 No que se refere à motivação para a aprendizagem, é oportuno diferenciar dois conceitos: motivação e incentivo. A motivação é algo despertado interna e subjetiva-mente em cada pessoa, sendo que, para que isso aconteça, são necessários estímulos. Há que se considerar, ainda, que a avaliação está associada a impressões e experiências negativas para a criança e que podem ser desmistificadas quando o professor utilizar a afetividade como recurso na prática educativa. Isso inclui auto-avaliar-se para obter indicativos sobre aspectos tanto da maneira como ensina os alunos, quanto da forma como valoriza a própria afetividade para facilitar a aprendizagem dos alunos.

Por Crislaine Ferreira de Oliveira

  A ARQUITETURA ROMANA

Podemos ter uma clara idéia da arquitetura romana, através dos impressionantes vestígios dos edifícios públicos e privados da Roma antiga e também graças aos escritores da época que desde o primeiro momento, refletiram sobre uma forma especificamente romana, devido às quais, estão presentes os modos de vida publica e privada.
A arquitetura romana teve grande influência etrusca e grega com características de sua própria civilização, principalmente a partir do século II a.C. Da arte etrusca conservaram os arcos e as abóbadas e da arte grega as concepções clássicas dos estilos jônio, dório e corínto, aos quais associaram novos estilos, como o toscano e o compósito, os quais se sobreporão aos outros estilos.

Mas, no entanto, se a arquitetura romana foi fortemente influenciada pela cultura grega, desenvolveu por sua vez, uma nova realidade, diferente daquela vivida pelos gregos, em qualquer período da história. Através destes acontecimentos destaca-se a imponência e a grandiosidade das construções romanas, refletindo as conquistas e as riquezas desta sociedade – templos, basílicas, anfiteatros, arco de triunfo, colunas comemorativas – eram obras que apresentavam dimensão monumental. Apontando então três, das muitas obras arquitetônicas da Roma antiga, dentre elas o Pantheon, o Coliseu e a Basílica de San Pietro.
As inovações romanas de engenharia e materiais permitiram que os romanos criassem enormes espaços abertos, solucionando os problemas que havia com ventilação e iluminação nos monumentos. Dentre eles, o Pantheon um dos mais preservados e importante templo romano, o qual se encontra ainda, aos olhos da humanidade, como foi construído, em 27 a.C homenageando os deuses, como o próprio nome diz, por Marcos Agrippa, genro de Augusto. Com base na matéria dos escritores da editora Plurigraf, em 80 a.C foi destruído por um incêndio, sendo reconstruído por Adriano entre 118-125 d.C. Em 609, o Papa Bonifácio IV, fez ali uma igreja na qual foram sepultados vários personagens notáveis como Rafaello Sanzio, os arquitetos Baldassarre Peruzzi e vignola, os Reis da Itália Vittorio Emanuele II e Umberto I e a Rainha Margherita.
As dimensões deste monumento equivalem a 43,3 m de altura e de diâmetro, uma construção circular, iluminada por uma abertura central de quase 9 metros.
A estrutura da cúpula parece ser feita de espigões, cujo peso se apóia nos arcos situados nas paredes cilíndricas, estas soluções arquitetônicas dão equilíbrio a essa grande obra. Essa seria uma das inovações dos romanos dentro de sua arquitetura.
As paredes do tambor que sustentam o domo apresentam 6m de espessura, e os caixotões decorativos ocos reduzem seu peso, e o piso foi restaurado em 1873 preservando o desenho original romano.
Sobre a arquitrave, o frontão era decorado com alto-relevo em bronze dourado, também era de bronze-dourado o revestimento interno das traves do ingresso, esse material foi removido pelo Papa Urbano VIII e reutilizado por Bernini na realização do solene baldaquino da confessão, no interior da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

E como as várias obras deste período, o pantheon também foi vendido a entidades publicas.


Por:  Crislaine Ferreira de Oliveira

 BIBLIOGRAFIA 
E. H. Gombrich – História da Arte – 1950.
H. W. Janson e Anthony F. Janson – Iniciação a história da Arte.
Guia Visual – Roma – Folha São de Paulo. Editora folha da manha/ publiflolha. Ano 1997
Roma e Vaticano – Plurigraf editora. Ano 1994
Roma Past & Present – Vision 2005.


Coliseu


Coliseu é o nome dado ao anfiteatro Flávio, muitos dizem que esse nome foi dado ao anfiteatro, porque perto dele havia uma estátua de Nero chamada Colosso. O coliseu começou a ser construído no ano de 72, por Vespasiano e terminado por Tito seu filho no ano de 80.
Segundo pesquisas bibliográficas, o anfiteatro podia conter de 50.000 a 70.000 pessoas. Os espetáculos ali realizados compreendiam: os combates entre gladiadores, batalhas navais, para as quais, enchia-se de água a arena, e teria sido também lugar de martírio para os primeiros cristãos.



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As dimensões deste monumento são de quase 50 metros de altura no vão externo, 188 metros de largura no eixo maior da altura elíptica e 156 metros no eixo menor, mais de 100.000 mc de mármore utilizado do tipo travertino e 300 toneladas de ferro para os encaixes que ligavam os blocos. O interior do coliseu era feito de uma arena, cujo piso era forrado por um tablado de madeira, recoberto de areia, com uma superfície que alcançava 76 metros de comprimento e 46 de largura. Para proteger os espectadores os romanos cobriam o coliseu com o “velario”, no qual, ainda em meio à ruína, se vê os aparelhos que eram usados para montá-lo sobre as paredes. O coliseu é uma das obras mais danificadas deste período.
 Mas em meio a toda essa destruição ainda podemos visualizar sinais da antiga estrutura dos quais os três primeiros andares apresentam arcadas com semi-colunas em estilo dórico, jônico e coríntio. E no mais compactado e ornado de pilares coríntio abrem-se as janelas.








O coliseu que nós vemos hoje foi o que restou da fúria da natureza e do homem, que lhe subtraiu material para construir suas próprias casas. Para assistir aos espetáculos entrava-se pelas arcadas inferiores, lá havia vários setores cujo quais, os primeiros eram reservados para os imperadores e as vestais.
Durante os espetáculos era colocada em torno à arena uma rede metálica, sustentada por traves e circundada por dentes de elefante, que formava uma gigantesca grade de proteção.
O ultimo espetáculo em que se têm notícias, parece ter ocorrido no ano 523 depois de Cristo, durante o período de Teodorico, rei dos Godos.
Hoje o coliseu é a metade do que ele já foi um dia, um dos monumentos que mais demonstra a destruição feita pelo destino.
Por: Crislaine Ferreira de Oliveira.

                             BIBLIOGRAFIA 
E. H. Gombrich – História da Arte – 1950. 
H. W. Janson e Anthony F. Janson – Iniciação a história da Arte. 
Guia Visual – Roma – Folha São de Paulo. Editora folha da manha/ publiflolha. Ano 1997
Roma e Vaticano – Plurigraf editora. Ano 1994 
Roma Past & Present – Vision 2005.




Um pouco da Arquitetura Romana

No ano de 324, Constantino fez erigir em honra do santo apóstolo Pedro, uma suntuosa basílica paleo-cristã. A partir de 1506, foi confiada a Bramante a tarefa de reestruturá-la, contendo numerosas modificações por obra de Rafaello, B. Peruzzi, A. Sangallo e finalmente Michelangelo.
Michelangelo restabeleceu o projeto de Bramante, fazendo a cúpula com duas calotas, contendo 136 m de altura.  Ele fez também a cruz grega que nos últimos anos do século XVIII foi modificada em cruz latina, executando também sua fachada. A capela fica nas grutas sob a basílica e a decoração de mármore foi acrescentada por Clemente VIII no fim do século XVI. O obelisco egípcio ladeado por duas fontes, as quais dão vida à Praça de São Pedro, construída por Bernini (1656 e 1667), foi erguido em 1586 com ajuda de 150 cavalos e 47 guinchos. Mais tarde Bernini realizou o colunato elíptico da praça.
A fachada tem um amplo pórtico central, que apresenta uma série de nove balcões, entre os quais, tem um mediano denominado Loggia delle Benedizioni, segundo escritores da editora plurigraf, e é daquela janela que o sumo pontífice distribui bênçãos aos fiéis.




Através de cinco portas ladeadas por colunas de mármore entra-se no Átrio, obra de Maderno (1608-1613), decorado por preciosíssimos mosaicos: a Navicella, realizado por Giotto e La Statua eqüestre dell’imperatore Constantino, realizada por Bernini.
A porta central foi realizada por Antonio Filarete entre 1440 e 1445, ostenta as figuras dos santos Pedro e Paulo, e constitui uma verdadeira obra prima em ourivesaria (a última à direita é a porta santa, a qual o Papa abre simbolicamente com um martelo cerimonial nos anos jubilares).
Adentrando a basílica, na nave central, no início onde há duas pias de água benta regidas por meninos (século VIII) e a estatua em bronze de São Pedro (século XIII) abre-se uma série de capelas, uma delas é a Capella della Pietá, famosa obra de Michelangelo, representando cristo colocado nos braços de sua mãe, que o artista realizou com 24 anos de idade.
Com base nas informações dos escritores da editora Vision, essa região onde foi feita a basílica de São Pedro que antigamente era chamada, Ager Vaticanus, uma área com presença de pântano e pouco freqüentada. No I século ante de Cristo foi adquirida como propriedade imperial pelo imperador Caligola, que governou entre os anos 37 e 41, quando começou a construir um circo que foi completado por Nero (54 e 68).





Conta à história que neste local teriam sido assassinados, depois de uma terrível tortura, muitos cristãos, que foram acusados por Nero de ter provocado o desastroso incêndio de Roma em 64.  Entre os cristãos mortos está São Pedro, que foi enterrado na região a nordeste da colina Vaticana, onde foi erguida a basílica, ou seja, seu túmulo fica exatamente no centro da basílica.
O formato estrutural da praça, segundo alguns historiadores, foi feito em forma de braços segundo qual seria São Pedro abraçando aos fies, pois antes de ser construído, o imperador teria tido um sonho com São Pedro abraçando o povo naquele local, surgiria daí a sua homenagem ao santo apóstolo.

Por: Crislaine Ferreira de Oliveira.



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